Da legalização das drogas à união entre Igreja & Estado

Entre os mais conservadores, há quem diga que não se deve ser a favor da legalização das drogas porque as FARC seriam imediatamente alçadas ao papel de Microsoft da maconha, ou de Coca-Cola da cocaína. O que se quer dizer, e creio não estar sendo malicioso, é que, mesmo que algo seja bom ou verdadeiro em princípio, não necessariamente é conveniente na prática; como é melhor ser prudente do que fazer questão de ter razão, não se deve defender a legalização das drogas, ou ao menos não se deve investir tempo e recursos nessa causa particular.

Pela mesma lógica, vamos pensar na conveniência de defender a reunião entre a Igreja Católica e o Estado brasileiro. CNBB com poder de polícia? I rest my case.

Autor: Pedro Sette-Câmara

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