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Interns and Other PlaythingsImportantíssima observação de Joseph Sobran sobre a defesa da moralidade e a "hipocrisia":
"Such are the rules today. If you uphold traditional morality, you risk being charged with hypocrisy – worst of sins! – if you, or anyone on your side, is found to have sinned. Whereas if you undermine that morality, your own immoral behavior proves your consistency, even your integrity. So it’s safer to attack than to defend morality.
"But as John O’Sullivan has put it, the defense of virtue can’t be left to the virtuous. All of us owe it to God, and to each other, to honor standards that we may not always observe with perfect scruples. If you lie or steal, you are still bound to uphold honesty in principle. Lying and stealing don’t give you the right to defend such practices."
Outra observação brilhante, no mesmo artigo:
"We are constantly urged to 'get in touch with our feelings.' This usually means indulging our baser feelings. But we really need to get in touch with our nobler feelings, which include the aspiration to chastity, to sexual honor and integrity."
postado por Alvaro Velloso 2:47 AM
Vítimas das armasDE: Alvaro Velloso (alvaro@avelloso.com)
PARA: Hildegard Angel (hilde@oglobo.com.br)
RE: Propagando desinformação sobre armasDesde que começaram as campanhas a favor do desarmamento da população, no Brasil, a senhora tem sido uma de suas principais defensoras. Claro que essa é uma honra meio dúbia para a campanha, porque seu tipo de argumento, sempre em linguagem semi-alfabetizada, costuma prejudicar mais do que ajudar, mas isso é um problema para Rubem César e similares. Quero apenas comentar o que a senhora escreveu na sua coluna de ontem, que cito abaixo, pedindo desculpas a todos os meus quinze leitores habituais por fugir aos meus hábitos e reproduzir um texto de tão baixa qualidade nesta página:
"Enquanto aqui no Brasil a gente faz campanha pelo desarmamento, o presidente Bush encoraja a 'legítima defesa', isto é, o bangue-bangue no meio da rua. Como se não bastassem as centenas de mortes causadas por essa intimidade cinematográfica que o povo acha que tem com as armas. O pior de tudo é que tem gente aqui no Brasil dando o maior apoio pro Bush, até rolando listas pela internet. O negócio é botar essa gente frente a frente com as famílias das vítimas desse tipo de violência. A animação passa logo..."
É sempre um pouco difícil decifrar argumentos expostos dessa maneira, mas suponho que a senhora esteja dizendo que as pessoas não devem ter armas porque não sabem usá-las e acabam matando outras pessoas, e que os defensores do porte de armas deveriam conversar com as vítimas desse tipo de crime.
Ora, eu sou o primeiro a concordar que pessoas sem treino para tal não deveriam ter armas. É uma irresponsabilidade comprar e manejar uma arma sem antes aprender a usá-la, mas isso traz alguns problemas para o seu argumento: primeiro, a lei brasileira JÁ proíbe a compra de uma arma sem comprovação de que o comprador sabe usá-la; segundo, do fato de alguns terem armas sem saber usá-las e, por essa irresponsabilidade, cometerem crimes não se deduz, de maneira nenhuma, que todos devem ser proibidos de portar armas.
Mas a senhora ainda fala em "vítimas", e isso me motiva a perguntar: quem provoca a maior quantidade de crimes: cidadãos normais, que compraram suas armas para autodefesa, ou os bandidos que a polícia faz um trabalho tão admirável em deixar livres, leves e soltos?
A resposta é bastante óbvia, mas eu tenho ainda alguns dados pouco conhecidos a adicionar. "Pouco conhecidos" porque a imprensa brasileira, como a sua coluna bem demonstra, tem cumprido com grande presteza o seu papel de repetir as mentiras do lobby anti-armas e em defender as propostas preferidas dos comunoburocratas da ONU, e tem ignorado completamente as pesquisas do economista americano John Lott Jr., as pesquisas mais sérias com dados mais amplos feitas nos EUA. O livro do sr. Lott, "More guns, less crimes", foi até publicado no Brasil - mas pela Makron Books, editora universitária de livros técnicos e caros, que nunca são resenhados em ojornal - o que é equivalente a não ter sido publicado. Em artigo recente no tablóide nova-iorquino New York Post, Lott traz o seguinte dado: armas de fogo são usadas por cidadãos comuns, nos EUA, para evitar quase 2 milhões de crimes - um número cinco vezes maior do que a quantidade de vezes em que armas são usadas para cometer crimes.
Mas, acrescenta Lott, como em apenas uma em mil vezes o ato de autodefesa resulta na morte do agressor (bastanto, no restante dos casos, apontar a arma para que o agressor desista do crime), a imprensa não se vê motivada a noticiar essas histórias: elas não apenas não dão o sensacionalismo de que parte da imprensa vive, como não dão a sustentação a propostas de aumento do poder do Estado das quais vive a outra parte da imprensa.
Lott cita sete dos milhões de casos que poderia citar. Reproduzo alguns dos sete abaixo, mas antes trago duas propostas:
1) que tal, em vez de defender a proibição das armas, a senhora provar para o mundo que está realmente interessada na segurança da população e não em servir de porta-voz para o esquerdismo chique, e passar a defender, em vez da absurda idéia de proibir os cidadãos comuns de ter armas (o que daria aos bandidos e ao Estado o monopólio delas), a popularização e a ampliação dos cursos de treinamento de tiro (exatamente como foi feito na Suíça)?
2) por que, em vez de clamar pelas pobres vítimas do mau uso das armas, não lembrar aqueles (especialmente mulheres e idosos, os principais beneficiados com o porte de armas) que tiveram suas vidas e suas propriedades salvas pelo bom uso das armas, pessoas que, se imposto o desarmamento, estariam à mercê dos bandidos - o que aumentaria consideravelmente o número total de vítimas do crime no Rio? Ou a senhora realmente acha que as pessoas mencionadas nas histórias abaixo estariam em melhor situação se tivessem cedido aos bandidos ou esperado pela chegada da polícia?
"* Augusta, Ga.: At 5 a.m., a former boyfriend, awaiting trial for previously assaulting a woman, shattered a window next to her front door with a piece of concrete and let himself in. According to the coroner, 'When he raised back with a piece of concrete in his hand, she fired [the weapon] and struck him dead center in the right eye.'
"* Spartanburg, N.C.: Arriving home at night, a man found a burglar with firearms in his kitchen. The homeowner pulled out his permitted concealed handgun and shot the intruder twice, killing him. Police said the burglar had an outstanding 'violence charge.'
"* Near Nashville, Tenn.: A car with two men, driven erratically, almost ran several others off a highway. It then followed another car off the highway to a red light. Two men from the pursuing car walked over; one hit the driver and the other pointed a gun. When they demanded his wallet, the 24-year-old victim, carrying a permitted concealed handgun, wounded an attacker. Both men fled.
"* Gainesville, Fla.: A newspaper carrier was dragged from his car and beaten. At 3:15 a.m., police said, 'Five guys get out and start running toward [the victim]. All five guys converged on him, breaking the windshield and beating up his car.' After being pulled from his car, the victim shot one attacker in the chest, wounding him. A police officer said: 'If you have a concealed weapons permit, that's what it's for . . . it very easily saved [the victim's] life.'
"* East Nashville, Tenn.: Just before midnight, a woman fatally shot an intruder who had entered her home and tried to sexually assault her."
John Lott acrescenta:
"Que conselhos os defensores do controle de armas dariam a essas vítimas? 'Comportem-se passivamente'? A mulher ameaçada com um pedaço de concreto deveria apenas ter tentado abaixar-se? E o entregador de jornais?
"Tornando mais difícil o acesso ao instrumento mais eficiente de autodefesa para pessoas respeitadoras da lei, o controle de armas freqüentemente põe a vida das vítimas em perigo."
***
PS- Que beleza a sua coluna de hoje: um monte de fotos de uma festa no Jóquei Clube, com o texto indo muito pouco além de nomear as pessoas presentes. Por que não confinar sua coluna a isto, que a senhora faz bem, em vez de insistir em ir além das sapatas repetindo perigosas desinformações sobre segurança pública?...
postado por Alvaro Velloso 5:54 PM
The truth about the environmentJá falei aqui do "ambientalista cético" Bjorn Lomborg, a versão ecológica dos ex-comunistas: ex-integrante do Greenpeace, ele abandonou a militância ao ler um artigo de um economista americano negando as previsões apocalípticas dos ambientalistas - quando, junto com seus alunos, tentou refutar o artigo, notou que não tinha argumentos para fazê-lo. Embora - como os ex-comunistas - ainda mantenha alguns pressupostos da ideologia que abandonou, Lomborg traz interessantes refutações das principais idéias verdes. Ele as sintetiza (as idéias e as refutações) logo no início de seu artigo para a "Economist":
"For economists, the world seems to be getting better. For many environmentalists, it seems to be getting worse.
"These environmentalists, led by such veterans as Paul Ehrlich of Stanford University, and Lester Brown of the Worldwatch Institute, have developed a sort of 'litany' of four big environmental fears:
"- Natural resources are running out.
"- The population is ever growing, leaving less and less to eat.
"- Species are becoming extinct in vast numbers: forests are disappearing and fish stocks are collapsing.
"- The planet's air and water are becoming ever more polluted.
"Human activity is thus defiling the earth, and humanity may end up killing itself in the process.
"The trouble is, the evidence does not back up this litany. First, energy and other natural resources have become more abundant, not less so since the Club of Rome published 'The Limits to Growth' in 1972. Second, more food is now produced per head of the world's population than at any time in history. Fewer people are starving. Third, although species are indeed becoming extinct, only about 0.7% of them are expected to disappear in the next 50 years, not 25-50%, as has so often been predicted. And finally, most forms of environmental pollution either appear to have been exaggerated, or are transient—associated with the early phases of industrialisation and therefore best cured not by restricting economic growth, but by accelerating it. One form of pollution—the release of greenhouse gases that causes global warming—does appear to be a long-term phenomenon, but its total impact is unlikely to pose a devastating problem for the future of humanity. A bigger problem may well turn out to be an inappropriate response to it."
Cada um desses pontos é exposto com maiores detalhes ao longo do artigo.
postado por Alvaro Velloso 12:53 PM
Choc treatmentEnquanto se discute a legalização das drogas, uma heróica senhora em Orkney adiciona maconha a pedaços de chocolate para ajudar seus concidadãos a evitar os sofrimentos causados pela esclerose múltipla (e, num exemplo de quão distantes da realidade estão as políticas de proibição total, a polícia, com razão, finge não ver, porque proibir essa produção só causaria sofrimentos inúteis):
"THE scent of home baking wafts out most days from the kitchen of Biz Ivol's cottage on the shore of South Ronaldsay in Orkney. The crinkly-faced 53-year-old is not making chocolate crispies for the local Women's Institute bring-and-buy sale. She is making hash sweeties: chocolates laced with cannabis.
"(...) Ms Ivol and her free confectionery are tolerated because she and the people for whom she bakes (referred to her by local doctors) say that cannabis is the only way of getting relief from the pain that multiple sclerosis (MS) causes them.
"Ms Ivol says some MS sufferers did not want to smoke the drug for fear of getting cancer. So she mixed ground-up dried cannabis leaves with chocolate melted in the microwave. Belgian chocolate, she says, is best. “It has a high fat content which causes some sort of chemical reaction, making the cannabis stronger,” she says. The police raided her in 1997. But all that happened was that she was admonished by Kirkwall Sheriff Court. Since then she has been left in peace to carry on baking."
postado por Alvaro Velloso 12:44 PM
The Economist pushes for drug legalizationNão aprecio o estilo "tecnocratas do mundo, uni-vos" da revista The Economist, mas a revista deu, em sua edição da semana passada, uma importante contribuição a um debate que, no Brasil, se desenvolve em nível infantil, com tolices de parte a parte.
A pesquisa da revista sobre drogas (disponível inteiramente na internet) não apenas recorda o argumento teórico em favor da legalização (o domínio sobre si mesmo), como ataca vários dos mitos preferidos dos defensores da proibição - como as taxas de dependência (muito mais baixas do que se imagina, até nas drogas mais pesadas), o sofisma de que a maconha é a "porta de entrada para as outras drogas" (do qual não há nenhuma evidência) - e mostra como as políticas de controle de drogas não apenas não produziram resultado nenhum, como destruiram liberdades civis e corromperam o sistema de justiça, e como as verdadeiras causas para o maior ou menor consumo de drogas são culturais e religiosas, não policiais.
A matéria reconhece os problemas da legalização (os preços baixariam, o consumo provavelmente aumentaria), mas nota que esses riscos possíveis e futuros não são tão destrutivos quanto os inúmeros problemas que a atual política de proibição provoca, e nota que até mesmo o tratamento e a prevenção poderiam ser facilitados com a legalização. Leitura altamente recomendada (com um ou outro ponto fraco, como a justificativa de que a legalização "aumentaria a receita do Estado, que poderia usá-la para o bem comum").
Um ponto interessante, aliás, é a engenhosa proposta política da Suíça para não ferir o tratado da ONU contra o comércio de drogas e para evitar tornar-se um paraíso para turistas drogados: permitir a plantação de maconha internamente, desde que para venda apenas para cidadãos suíços.
postado por Alvaro Velloso 12:37 PM
Reformou, Fidel confiscaEstá esclarecido, de uma vez por todas, de onde surgiu a inspiração para os "tombamentos" do prefeito César Maia no Rio. À medida que a prosperidade chega a Cuba, com os novos investimentos internacionais, Fidel acelera uma política de expropriações daqueles que ousam reformar suas casas. Como diz a excelente matéria de José Eduardo Barella, na Veja:
"Hoje, não há nada mais perigoso em Cuba que reformar uma casa ou pintar sua fachada sem autorização – o imóvel pode ser até confiscado. É a senha de que seu proprietário pode ser um bisnero, eufemismo para os que se aventuraram no business, a iniciativa privada. Ou que recebeu um bom naco dos 800 milhões de dólares enviados pelos exilados em Miami para ajudar parentes na ilha – esse dinheiro é, por sinal, a segunda maior fonte de renda de Cuba, depois do turismo."
Mais interessante ainda é o comentário de Carlos Alberto Montaner sobre os motivos do governo cubano:
"'O objetivo das autoridades é eliminar os vestígios de iniciativa privada e mostrar que qualidade de vida é um privilégio que só cabe ao governo outorgar', disse a VEJA o escritor cubano Carlos Alberto Montaner, que vive exilado em Madri."
Soa familiar? Lembrou a alguém as proclamações dos governantes cariocas (e seus cortesãos na imprensa) contra os "especuladores" e os malvados capitalistas que esperam ganhar dinheiro "modificando a paisagem" do Leblon?
A política rende ainda uma boa grana para o tirano cubano:
"Nos últimos dezoito meses, numa fúria só vista no começo da revolução, o governo confiscou 1.400 imóveis, expulsou 548 moradores acusados de ocupação ilegal e arrecadou o equivalente a 1,5 milhão de dólares em multas. A justificativa oficial é que os imóveis passaram por reformas sem autorização ou foram vendidos, prática proibida pelo regime comunista [!!]."
E ainda vem acompanhada da costumeira hipocrisia comunista:
"Para dar um verniz de justiça social aos confiscos, os imóveis atingidos viraram creches, clínicas médicas, escolas de computação e asilo. Enquanto isso, a imprensa oficial encarregou-se de transformar em bandidos os proprietários que viraram sem-teto." [Aqui, mais uma vez, o paralelo com o Brasil é tão nítido que chega a ser assustador.]
A revista traz fotos de três das casas confiscadas, com os seguintes motivos:
- O crime: reformada, a casa ganhou mais dois pavimentos. O castigo: o dono virou sem-teto.
- O regime constatou dois delitos neste imóvel: foi comprado e reformado sem autorização. Confiscado, vai abrigar uma clínica.
- Os donos construíram quartos com banheiros nesta chácara: o imóvel foi apreendido e agora abrigará escoteiros.
postado por Alvaro Velloso 12:04 PM
Governados por animaisDo humorista americano Argus Hamilton:
"Planet of the Apes opened Friday at movie theaters nationwide to big crowds. It's about a guy who lands at a place where arrogant apes rule over people and engage in lusty mating rituals. It's a remake of Mr. Smith Goes to Washington."
Ou uma nova versão: Mr. Smith vai a Brasília.
postado por Alvaro Velloso 11:52 AM
European Scouts Demand Intervention on US Homosexual IssueContinua a gritaria contra os escoteiros americanos, por sua posição de não admitir instrutores homossexuais. Agora são alguns grupos de países europeus pedindo a exclusão dos americanos da organização internacional dos escoteiros:
"Swedish Scouts had written to the BSA two years ago, he said, 'asking how they could expel someone if they claim they are open to all without distinction.' No answer had been received.
"They had then written, together with Finnish Scouts, to the WOSM, asking the world body about the criteria on which members could be excluded.
"The WOSM had replied that it was up to national associations, he said.
"'In Sweden, we would not normally interfere with what a national organization does, but since there's democracy within the world Scout movement, we feel that it's our obligation being Swedish and also Scandinavian, that we should work on this issue and try to make the [WOSM] change their position in this matter'."
Esqueçamos por um instante a famosa decisão da Suprema Corte americana, que decidiu, com rara sensatez, que não cabe ao Estado determinar com quem uma entidade privada pode ou não associar-se. É certo que os escoteiros americanos têm o direito de fazer o que fizeram. Mas estarão eles moralmente errados? A resposta requer apenas um pouquinho de bom senso: que pai ou mãe gostaria de saber que seu filho está, no meio do mato, sob os cuidados de um sujeito que ele ou ela (pai ou mãe) não conhece e que pode ter atração sexual por seu filho?
A coisa me parece de uma obviedade tão grande que não entendo por que tanto barulho. Ou será que os gays têm o "direito humano" de comer criancinhas?
postado por Alvaro Velloso 11:46 AM
